Saiba quais são os três bairros mais procurados e valorizados para comprar imóveis em Praia Grande, litoral de São Paulo A cidade da Baixada Santista tem sido considerado boa para investimentos imobiliários
Segundo o Ministério do Turismo, Praia Grande ocupa a quarta posição entre os destinos mais visitados do país na temporada, a cidade tem se destacado nos últimos anos como destino frequente de turistas e alvo de investidores do setor imobiliário. Localizada na Baixada Santista, é a segunda cidade mais populosa da região, com mais de 365 mil habitantes segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE).
Durante o verão, a quantidade de pessoas presentes na cidade aumenta consideravelmente, impulsionada pela alta demanda turística. Segundo o Ministério do Turismo, Praia Grande ocupa a quarta posição entre os destinos mais visitados do país na temporada, atrás apenas de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis.
Mercado imobiliário em alta: O crescimento urbano observado nas últimas décadas contribuiu para a expansão do mercado imobiliário local. Para quem busca retorno com locações de temporada, há procura crescente por imóveis compactos e reformados, como studios e kitnets, que oferecem custos mais baixos de aquisição e manutenção.
Segurança pública e impactos no setor: Por muitos anos, a criminalidade, especialmente furtos na região da orla, foi apontada como um dos fatores que desestimulavam investimentos em Praia Grande. No entanto, o município implementou um sistema de monitoramento com mais de 3.400 câmeras em áreas públicas, centros comerciais, vias de acesso e viaturas da Guarda Civil Municipal (GCM).
Os equipamentos contam com tecnologias como reconhecimento facial, leitura de placas veiculares e softwares de análise forense de imagens.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, entre 1º e 6 de janeiro de 2025, a cidade registrou 16 roubos, contra 146 no mesmo período de 2024 — uma queda de 89%. Os furtos registrados também caíram de 283 para 66, uma redução de 76%.
Fonte:
https://www.atribuna.com.br/
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