quinta-feira, 24 de abril de 2025

Canto do Forte está entre os três bairros mais procurados e valorizados para comprar imóveis em Praia Grande/SP (A Tribuna).

 Saiba quais são os três bairros mais procurados e valorizados para comprar imóveis em Praia Grande, litoral de São Paulo A cidade da Baixada Santista tem sido considerado boa para investimentos imobiliários 

Segundo o Ministério do Turismo, Praia Grande ocupa a quarta posição entre os destinos mais visitados do país na temporada, a cidade tem se destacado nos últimos anos como destino frequente de turistas e alvo de investidores do setor imobiliário. Localizada na Baixada Santista, é a segunda cidade mais populosa da região, com mais de 365 mil habitantes segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). 







Durante o verão, a quantidade de pessoas presentes na cidade aumenta consideravelmente, impulsionada pela alta demanda turística. Segundo o Ministério do Turismo, Praia Grande ocupa a quarta posição entre os destinos mais visitados do país na temporada, atrás apenas de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis. 

Mercado imobiliário em alta: O crescimento urbano observado nas últimas décadas contribuiu para a expansão do mercado imobiliário local. Para quem busca retorno com locações de temporada, há procura crescente por imóveis compactos e reformados, como studios e kitnets, que oferecem custos mais baixos de aquisição e manutenção. 

Segurança pública e impactos no setor: Por muitos anos, a criminalidade, especialmente furtos na região da orla, foi apontada como um dos fatores que desestimulavam investimentos em Praia Grande. No entanto, o município implementou um sistema de monitoramento com mais de 3.400 câmeras em áreas públicas, centros comerciais, vias de acesso e viaturas da Guarda Civil Municipal (GCM). 
Os equipamentos contam com tecnologias como reconhecimento facial, leitura de placas veiculares e softwares de análise forense de imagens. 
Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, entre 1º e 6 de janeiro de 2025, a cidade registrou 16 roubos, contra 146 no mesmo período de 2024 — uma queda de 89%. Os furtos registrados também caíram de 283 para 66, uma redução de 76%.

Fonte: 
https://www.atribuna.com.br/


terça-feira, 15 de abril de 2025

Conselho do FGTS aprova ampliação do Minha Casa, Minha Vida para famílias que ganham até R$ 12 mil

O Conselho aprovou a proposta de criação de uma nova linha de crédito habitacional voltada à classe média


O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira, 15, a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), com um novo teto de renda familiar, de R$ 12 mil. A medida faz parte da agenda do governo para aquecer as atividades da economia brasileira e atender a classe média diante do aumento nas taxas de juros dos financiamentos para a casa própria.

A iniciativa busca suprir a carência de financiamento para a população de classe média, historicamente atendida por linhas de crédito cujos recursos saem das cadernetas de poupança. No entanto, as taxas de juros vêm subindo nos últimos meses, ficando em torno de 12% ao ano, o que dificulta o fechamento de negócios.


Com a aprovação pelo Conselho, a nova linha terá financiamentos de até 420 meses, com taxa de juros de 10,50% ao ano, para aquisição de imóveis de até R$ 500 mil, com limite de participação do FGTS em 50%. Até então, o programa abrangia famílias com renda de até R$ 8 mil e imóveis de até R$ 350 mil. A nova faixa deve proporcionar a inclusão de 120.000 famílias no programa de financiamento.

Além de dar o aval para a criação da faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida, o Conselho do FGTS também aprovou o reajuste nas faixas 1, 2 e 3. Assim, as faixas vigentes do programa foram reajustadas de R$ 2,640 para R$ 2,850 na Faixa 1, R$4,400 para R$ 4,700 na Faixa 2 e de R$ 8,000 para R$ 8,600 na Faixa 3. 

O Conselho também aprovou tetos maiores para a aquisição de imóveis pelo MCMV em municípios com menos de 100 mil habitantes. Nesses locais, os novos limites serão de R$ 210 mil a R$ 230 mil – um aumento de 11% a 16% em relação aos valores atuais.

Fonte: terra.com.br



sexta-feira, 4 de abril de 2025

Governo amplia Minha Casa, Minha Vida: Veja construtoras que devem sair ganhando Programa vai permitir o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil, por quem ganha até R$ 12 mil por mês.

Programa vai permitir o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil, por quem ganha até R$ 12 mil por mês.

O governo federal confirmou nessa quinta-feira (3) a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida. A medida pretende facilitar a compra de imóveis pela classe média e ainda pode impulsionar algumas das construtoras listadas na B3.


O grupo de ações do mercado imobiliário que compõem o IMOB – índice da B3 que acompanha os papéis de companhias como Even e Gafisa –, começou o ano de 2025 liderando o ranking das aplicações mais rentáveis. O índice anotou uma valorização de 11,23% em janeiro de 2025. Nos últimos 12 meses a valorização do índice é de 19,53%. 

Acompanhe a Cotação do IMOB


🏠O Minha Casa, Minha Vida permitia o financiamento de imóveis de até R$ 350 mil por famílias com renda mensal de até R$ 8 mil. Contudo, teve seus limites elevados para viabilizar a compra de imóveis de até R$ 500 mil por quem ganha até R$ 12 mil por mês.


A mudança marca a criação da "Faixa 4" do programa e foi confirmada durante evento que marcou os dois primeiros anos do governo Lula (PT).


"Estamos reforçando o Minha Casa, Minha Vida, para que ele possa atender a mais brasileiros. Agora a classe média também vai ser beneficiada", afirmou o ministro das Cidades, Jader Filho.


💲 Segundo o governo, imóveis de até R$ 500 mil poderão ser financiados em até 420 meses pelo Minha Casa, Minha Vida. E os juros serão de 10,50% ao ano. A expectativa é de que mais de 120 mil famílias sejam beneficiadas pela medida.


Considerando as demais faixas do Minha Casa, Minha Vida, o governo Lula espera entregar até 2,5 milhões de casas pelo programa até 2026.


Lançamentos em Praia Grande


Construtoras

A ampliação dos limites do Minha Casa, Minha Vida pode aquecer o mercado imobiliário e, assim, beneficiar construtoras listadas na B3.


📈 Na avaliação de analistas, Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3) devem ser as mais beneficiadas pela criação da faixa 4 do programa.


Em relatório recente, a XP explicou que essas construtoras têm uma melhor acessibilidade ao segmento de classe média e poderiam incluir todo os seus portfólios de empreendimentos no programa a partir dessa mudança.


"Acreditamos que isso poderá melhorar o desempenho de lançamentos no curto prazo e fortalecer as perspectivas de crescimento de ambas as empresas", avaliou a XP.


O BTG Pactual reforçou que "esta é uma notícia positiva para o setor".


"As empresas poderão aumentar muito os lançamentos (nesta nova faixa) e/ou aumentar os preços de venda de casas no segmento (já que a acessibilidade melhorará muito). Isso é particularmente positivo para Cury e Direcional, que já têm pedaços relevantes de suas operações na nova faixa 'Faixa 4' do MCMV", disse o BTG Pactual.

Fonte: Investidor10

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Setor de imóveis tem maior alta em lançamentos em dez anos

 A venda de novos imóveis em 2024 cresceu 11,8%, em comparação a 2023. O volume de vendas foi de 186.540 unidades e o valor acumulado da venda das novas unidades chegou a R$60,3 bilhões, um crescimento de 16,5% em relação ao ano anterior. Os números são os mais altos registrados na série histórica, desde 2014.


Os dados foram obtidos por meio do conjunto de indicadores Abrainc-Fipe, desenvolvidos pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a partir de um levantamento realizado com 20 empresas associadas à Abrainc.



Renan Persio dos Santos, diretor de Incorporações da Construlike e da Construtora Prohidro, aponta um fator econômico relevante positivamente para o mercado imobiliário em 2024. "A estabilidade nos preços dos insumos ligados às commodities impediu que os custos de materiais de construção aumentassem de forma expressiva, e isso possibilitou às construtoras oferecer preços competitivos".


Além disso, o índice alcançado pelo mercado imobiliário foi impulsionado pelos segmentos de Médio e Alto Padrão (MAP) e pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), conforme mostram os indicadores Abrainc-Fipe.


O MCMV registrou alta recorde de 25,2%, com lançamento de mais de 122 mil unidades e 13,1% com a venda de 136.741 imóveis novos. Da mesma forma, o segmento de MAP apresentou crescimento de 23,8% no valor de vendas, totalizando R$26,6 bilhões e 42,1% no valor lançado, que corresponde a R$23,6 bilhões.  


De acordo com o empresário, ambos os segmentos se beneficiaram dos recursos de financiamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que proporciona condições mais acessíveis para aquisição de imóveis, ampliando o acesso à moradia.


"O aumento do volume financiado pelo FGTS desempenhou um papel crucial, pois, vinculado a um baixo índice de desemprego, facilitou o acesso ao crédito imobiliário e incentivou mais pessoas a investirem em imóveis", explica Santos.


O Abrainc-Fipe também revelou que a duração da oferta de imóveis no mercado reduziu em ambos os segmentos. No MAP a queda nos estoques caiu de 18,4 meses para 13 meses, um nível considerado saudável e próximo a média histórica. No MCMV, houve uma redução de 11,5 meses para 9,8 meses de consumo da oferta de imóveis novos.


Segundo Santos, o MCMV figurou como a melhor alternativa por oferecer uma fonte estável e acessível de crédito para os compradores, e assim possibilitou expandir a base de consumidores, impulsionando ainda mais as vendas.


"A escassez de recursos provenientes da poupança fez com que várias empresas do setor imobiliário se concentrassem no programa, que teve aumento no teto do financiamento e permitiu que mais pessoas adquirissem imóveis adequados às suas necessidades", conta o empresário.

Fonte: Ágora 

terça-feira, 1 de abril de 2025

Oficial de cartório é cassado em Praia Grande e funcionários temem não receber salário; entenda (Jornal Tribuna)

Antigo titular do Registro de Imóveis não teria repassado tributos totalmente; funcionários estão preocupados.

A Corregedoria-Geral de Justiça cassou o direito do antigo oficial responsável pelo Cartório de Registro de Imóveis de Praia Grande. O motivo, conforme sentença proferida em processo sob segredo judicial, foram irregularidades administrativas na gestão.


A decisão, datada do dia 13, causa incerteza aos funcionários. Quando um oficial tem o registro cassado, ele precisa rescindir os contratos de trabalho dos empregados e lhes pagar direitos trabalhistas.


Apto com 62m2 Amplo e arejado no Canto do Forte

O prazo para o acerto com os trabalhadores termina na próxima semana, mas funcionários põem em dúvida o pagamento. Segundo eles, o oficial cassado não se pronunciou sobre o assunto e teria dito aos funcionários que apelem à Justiça.

Os empregados também não receberam uma parte do último salário e, por iso, não conseguem sacar o FGTS.

Apesar dos problemas, o Cartório de Registro de Imóveis, único da Cidade e situado no Boqueirão, continua funcionando, sob direção interina por seis meses, prorrogáveis.

O interino, porém, só responde pelos funcionários a partir da posse dele.


Sem repasse

O advogado Thyago Garcia, que representa uma parte dos funcionários, confirma que o processo está em segredo de justiça. Cita, porém, que a cassação ocorreu por problemas de repasse de tributos, em montante não informado por ele.


Garcia salienta que o problema já havia acontecido e, por isso, o oficial havia sido suspenso pela Corregedoria. Ele cumpriu o período de afastamento e voltou ao cartório. Novamente, entretanto, teria repetido a irregularidade e, por isso, terminou cassado.


O oficial afastado não respondeu à Reportagem até o fechamento da edição.

Fonte: jornal A Tribuna


Financiamento imobiliário soma R$ 38,3 bi e avança 16% no Brasil no 1º trimestre de 2025

Com um volume de R$ 38,3 bilhões em recursos liberados, o financiamento imobiliário avançou 16,2% em comparação com igual período do ano pas...